Lixo seletivo como objeto de arte
Os freqüentadores da Redenção puderam conhecer ontem um pouco mais sobre o serviço de coleta seletiva desenvolvido na Capital.
Durante as comemorações dos 13 anos do serviço, através dos trabalhos criativos do oficineiro Edu Nunes, o público descobriu alternativas para reduzir o grande volume de resíduos que, geralmente, acabam indo parar em terrenos baldios e poluindo rios.
Para Edu Nunes, o maior desafio é diminuir o consumo de produtos que geram resíduos.
Através da sua arte, ele busca transformar filtros de café usados, alumínio, papelão e outros materiais em produtos úteis que podem decorar a casa e ser comercializados, como caixinhas e porta-retratos feitos de embalagem pet.
Cleber, de 12 anos, por exemplo, aprendeu a transformar garrafa pet em um bonito cata-vento e comprovou o resultado.
Já o casal Lia e Edson Bento aproveitou para obter informações sobre como separar adequadamente os resíduos.
Eles planejam também visitar um galpão de reciclagem.
A idéia é separar corretamente o lixo no seu condomínio para que o dinheiro da venda seja destinado a entidades carentes.
Segundo o supervisor operacional do Departamento Municipal de Limpeza Urbana, Rogério Balestrin, 100% da cidade está sendo atendida pela coleta seletiva através do serviço porta a porta e dos postos de coleta.
A solicitação de palestras e oficinas sobre reciclagem deve ser feita pelo telefone (51) 3289-6999.