Esta página apresenta as principais matérias publicadas pela imprensa sobre o Parque Farroupilha, sobre eventos ou acontecimentos ocorridos no parque ou sobre pessoas que lá estiveram.
Na primeira página estão sempre as matérias mais recentes (últimos 30 dias) e o índice de todas as matérias existentes.Para acessá-las basta clicar no título da notícia escolhida. As matérias estão catalogadas em ordem cronológica.
A idéia é a de termos nesta página a história contemporânea da Redenção, permanentemente à disposição para consultas ou simples recordações.
Obs.1: Todas as matérias são transcritas exatamente como constaram no veículo em que foram divulgadas. Tanto as informações como a correção ortográfica são responsabilidade do autor e do órgão de imprensa. Mesmo quando constatado que o texto contém erros gramaticais evidentes, não são efetuadas correções, mantendo-se sempre o original como foi veiculado.
Obs.2: Em período pré-eleitoral é comum a presença de candidatos aos domingos no Brique da Redenção e estes fatos normalmente são relatados pela imprensa no dia seguinte. Para evitar que esta página se torne muito repetitiva, ou se transforme em palanque eleitoral, não são reproduzidos quaisquer eventos político-partidários ocorridos no parque, mesmo que noticiados na imprensa.

DESMONTE NA REDENÇÃO - Começa demolição do minizoo
No lugar de pios, guinchos e chilreios, o som do maçarico tomou conta das gaiolas que até 19 de dezembro encarceravam 73 animais no minizoo do Parque Farroupilha (Redenção), em Porto Alegre Uma equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) deu início, às 14h30min de ontem, à demolição do minizoo Palmira Gobbi.
Os trabalhadores entraram com um caminhão no espaço antes ocupado por micos-pregos, jabutis, araras, urubus e papagaios, entre outros, e passou a retirar telas de metal e guardacorpos. Com pressa, mas cuidadosamente, esforçavam-se para remover cada peça, enrolando as telas e cortando os guardacorpos com maçarico.
O material que compunha o minizoo terá um destino certo. Estocado na Divisão de Conservação e Manutenção (DCM) da Smam, no bairro Jardim Botânico, deverá ser utilizado em praças da Capital, segundo o diretor da DCM, Rogério Carlos Rost. Por isso, o trabalho cuidadoso dos funcionários da Smam.
– O material será reciclado para virar equipamentos para as praças. Deverá ser usado, principalmente, em quadras esportivas – disse Rost.
O trabalho de desmonte do minizoo deverá durar dias. Rost prevê que cada jaula demore pelo menos um turno para ser totalmente desmanchada. Há quatro gaiolas do mesmo tamanho e uma maior, mais difícil de ser retirada. Por isso, é possível que o serviço prossiga durante a próxima semana. A jornada deverá começar às 8h e se prolongar até as 19h, conforme o diretor.
Nova atração será definida por comunidade e autoridades
Os animais foram removidos para o Criadouro São Braz, em Santa Maria, no centro do Estado. O secretário do Meio Ambiente, Luiz Fernando Záchia, informou que o canto da Redenção onde em breve haverá o espaço vazio correpondente ao minizoo deverá ganhar um gramado.
A seguir, usuários, autoridades e comunidade deverão ser consultados para se definir o que poderá ser feito do local.

Almanaque Gaúcho - Tchaikovsky ou Mutantes

SANTA MARIA - Fortunati visita Criadouro São Braz
O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, e a primeira-dama, Regina Maria Becker, estiveram em Santa Maria e visitaram, na tarde de ontem, o Criadouro Conservacionista São Braz. O local recebeu, na semana passada, 78 animais transferidos do minizoo da Redenção.
No acordo que possibilitou a mudança dos animais silvestres, ficou acertado que a prefeitura custearia a construção de três viveiros novos, que ficaram prontos antes da mudança, e a alimentação dos bichos durante um ano. Na visita, o prefeito reforçou o compromisso e se mostrou satisfeito com o estado dos animais e a nova moradia:
– Não teria um lugar melhor para eles viverem, a não ser a natureza, caso estivessem aptos para serem libertados. Como não estão, este é o melhor lugar que teriam para morar – comentou Fortunati.
O prefeito e a primeira-dama passearam por todo o criadouro, visitando tanto os animais que vieram de Porto Alegre quanto os que já viviam por lá.

Prefeito verificou adaptação dos animais do minizoo
O prefeito José Fortunati e a primeira-dama Regina Becker estiveram na tarde desta terça-feira, 27, no Criadouro Conservacionista São Braz, em Santa Maria, onde os animais originários do Minizoo Palmira Gobbi estão vivendo há uma semana. A visita foi acompanhada por técnicos do Ibama, secretários municipais de Santa Maria e integrantes da ONG Vanguarda Abolicionista. A decisão de transferir os 73 animais foi adotada pelo município depois de o Ibama verificar a situação inadequada de alojamento no Parque Farroupilha (Redenção), comprometendo a qualidade de vida das espécies, principalmente em razão da umidade, ausência de luz solar, ações de vândalos e ruídos causados pelo trânsito do entorno.
Para o prefeito, a visita ao criadouro reforçou o acerto da decisão de realojar os animais. "Fico convencido de que agimos de forma correta na transferência, porque os animais estão em lugar adequado, recebendo os cuidados necessários à sua sobrevivência", afirmou Fortunati, destacando que a entidade, além de ter sido indicada pelo Ibama, tem parceria com a Universidade Federal de Santa Maria e com ONGs de proteção animal e preservação ambiental.
Novo espaço - O realojamento dos animais foi realizado no dia 19 de dezembro, por intermédio das secretarias Especial dos Direitos Animais (Seda) e municipal do Meio Ambiente (Smam) e do Ibama. De acordo com Regina, voluntária da Seda, os animais já se adaptaram ao local e serão acomodados juntos às suas espécies após o resultado dos exames laboratoriais. “Os animais estão de volta à natureza, convivendo gradativamente com outros seres da mesma espécie. São 26 hectares de verde, ar puro e cuidado às peculiaridades de cada um. Eles não poderiam estar melhor acolhidos e atendidos neste criadouro”, diz a primeira-dama.
O São Braz foi um dos primeiros criadouros a ser implantado no Rio Grande do Sul. Desde 1995, abriga aves, répteis e mamíferos e passou a receber, também, animais silvestres apreendidos e maltratados. Conforme o Ofício nº 291/10, emitido pelo Núcleo de Fauna do Ibama, o Minizoo do Parque Farroupilha não atendia aos padrões mínimos de tamanho e estrutura exigidos pela Instrução Normativa 169/2008. A operação de retirada dos animais foi fiscalizada pelo médico-veterinário do Ibama, Paulo Wagner, e acompanhada por quatro veterinários da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
São Braz - O criadouro não recebe verbas federais para a sua sustentação. Em 2005, seu diretor, Santos de Jesus Braz da Silva, ambientalista e defensor da proteção e preservação da fauna brasileira, iniciou um trabalho voltado à Educação Ambiental com escolas, no qual cobra um valor simbólico dos alunos que visitam o espaço. Braz também idealizou a campanha "Adote um amigo", em que empresas, entidades, escolas e pessoas físicas são convidadas a escolher um dos animais que constam no catálogo, ajudando-o a viver de forma integrada com a natureza. Os recursos arrecadados nos dois projetos são utilizados para a estocagem de remédios, alimentos, reformas e conservação da qualidade de vida dos animais residentes.

SUSTO NO PASSEIO - Dupla cai de pedalinho na Redenção
As pedaladas no laguinho do Parque Farroupilha, em Porto Alegre, terminaram em um indesejado banho para dois amigos na tarde de ontem. O equipamento em que estavam afundou por volta das 16h30min. Ao tentar sair da água, a estudante Juliana Silveira, 25 anos, teria cortado o pé em uma pedra. Juliana, um amigo e outra amiga estavam em dois pedalinhos.
– Ficamos sem dinheiro para voltar para casa, molhados, sujos e fedendo – disse Juliana.
Ela afirmou ter perdido dinheiro e o celular. A versão da estudante é contestada pela gerente da empresa que administra o pedalinho da Redenção. Angélica Pereira garante que o equipamento não apresenta defeitos.
– Eles é que trocaram de lugar durante o trajeto, o que é proibido. Um acabou afundando porque eles se desequilibraram e deixaram entrar água.
A gerente afirmou que Juliana assinou uma declaração em que ela e os amigos se responsabilizavam pela queda. A administração do pedalinho disse ter gastado quase R$ 300 em roupas para a dupla. O dinheiro do aluguel dos pedalinhos foi devolvido.
Zero Hora tentou contato novamente com Juliana à noite, mas o telefone dela estava desligado.

O PRESENTE

Dia de exibir brinquedos no parque
O domingo de Natal com céu nublado e temperatura amena, de 21 graus, espantou os porto-alegrenses das ruas. Na maioria da praças e parques, o público foi pequeno. Havia apenas casais tomando chimarrão acompanhados de seus animais de estimação e algumas crianças estreando seus novos brinquedos. No Parque da Redenção, por exemplo, as atrações foram as minilanchas com controle remoto. Mesmo com a presença do vento, o brinquedo ganho pelos pequenos Guilherme Laydner, 10 anos, e Bernardo Damiani Portuguez, 9, pelos pais Ronaldo e Carlos Norberto, foi o destaque nos laguinhos do parque.
"Não era o brinquedo que ele pediu, mas como não tinha outro na loja e ele havia ganho dois aviões bombardeios das tias, resolvi trocar o presente. Para minha sorte, ele foi aprovado", disse Carlos, pai de Bernardo. O brinquedo já tinha sido testado sábado pelos dois, que passeiam diariamente de bicicleta na Redenção. Para os maiores, como as adolescentes Isadora e Ana Laura, de 13 e 17 anos, não foram os brinquedos que dominaram as atenções, e sim os celulares. "Elas não queriam outra coisa, se eu não desse ficariam decepcionadas", disse a mãe, a psicóloga Eline dos Santos, que levou ainda o filho Bruno, 9 anos, para montar os brinquedos de competição entregues pelo Papai Noel. Para a mãe, o local é prazeroso e serve de refúgio para as famílias. "É gostoso ficar aqui, ainda mais neste dia de Natal, em que as crianças podem correr à vontade, ao contrário de um apartamento, onde o espaço é reduzido", avaliou Eline.

Direito de resposta
Obrigado somente por questão de consciência, estou publicando hoje direito de resposta a uma coluna que escrevi aqui esses dias, criticando associação de moradores do Bom Fim por seu posicionamento contrário ao cercamento da Redenção. Eis a resposta:
“Querido, se nos permite assim chamá-lo, jornalista Paulo Sant’Ana. Encaminhamos, após reunião de nossa diretoria, esta missiva no intuito de fazer um contraponto a suas afirmações sobre a Associação dos Amigos do Bairro Bom Fim, publicadas na sua coluna em Zero Hora na edição de sábado, 10 de dezembro. Só pudemos atribuir à desinformação os termos utilizados sobre a nossa entidade, que, aliás, se chama Associação dos Amigos do Bairro Bom Fim.
Não somos e nunca fomos uma entidade fantasma. Da ação recente dos seus dirigentes resultou a construção e reforma do posto policial até hoje em uso no bairro, a reconstrução do Mercado Bom Fim, que após a sua irresponsável demolição no final da década de 90, por muito pouco não foi reerguido, as lutas por causas não menores, como a de instalação de semáforos, faixas de segurança, melhorias na iluminação de nossas vias, e intensos debates por maior segurança em nossa comunidade, que, inclusive, resultaram na criação do Conselho Comunitário de Segurança do Bom Fim. Poderia aqui listar inúmeras outras atividades realizadas, como a nossa participação no 5º Congresso da Cidade, no Congresso da União das Associações de Moradores de Porto Alegre (Uampa), gestando projetos com outros parceiros, como o da edição de uma cartilha de segurança e a luta para garantir a permissão legal para que os proprietários dos imóveis possam manter floreiras, mesmo que dentro de normas mais rigorosas, no entorno das árvores junto aos passeios públicos.
Infelizmente, desde 2006, por decisão de um secretário municipal, fomos retirados de nossa sede, que funcionava em regime de comodato no Mercado do Bom Fim, e desde então a documentação se encontra transitoriamente no escritório do presidente da entidade e as reuniões ocorrem em espaços conhecidos da comunidade, como a Associação Hebraica, e na própria sede da administração do Parque Farroupilha.
Dessa forma, nossa entidade é real, palpável e atuante em inúmeras demandas da complexa comunidade que atendemos. Espero que os esclarecimentos tenham sido de valia ao nobre profissional da imprensa, que com sua influência pode tanto elevar como destruir a imagem de uma pessoa, entidade, enfim. Acreditamos no seu poder de discernimento e não será o fato de estarmos em lados opostos quanto ao tema do cercamento que nos tornará inimigos. Afinal, cada um tem pleno desejo de estar defendendo os interesses da sociedade. Nós, quando tomamos posição sobre o cercamento, sempre o fizemos amparados em consultas feitas à comunidade, com formulários, enquetes, que nos dessem elementos e nos guiasse um posicionamento. Jamais colocaríamos nossas vontades pessoais acima do interesse coletivo e é assim que temos nos comportado ao longo dos anos, independente de quem esteja à frente de nossa entidade, já que o amplo debate é um dos nossos preceitos estatutários. (ass.) Carlos Alexandre Randazzo, presidente da Associação Amigos do Bom Fim (ABF)”.

MONUMENTO À LIBERDADE
Poderia ser uma obra da Bienal do Mercosul, mas não: as 876 gaiolas da foto acima, que a primeira-dama de Porto Alegre, Regina Becker, observa, são um monumento que vem sendo moldado nos últimos anos pela ação dos fiscais do Ibama. Batizado de Monumento da Liberdade, o aglomerado de gaiolas apreendidas em ações contra o contrabando, o comércio ilegal e os maus-tratos se destaca na paisagem do criadouro de Santa Maria para onde foram levados os animais retirados do minizoo da Redenção.
Antes de o prefeito José Fortunati autorizar a transferência dos animais para Santa Maria, Regina foi até o criadouro para se certificar de que as condições são adequadas. Depois de conversar com o administrador e ver os freezers cheios de carne e as frutas destinadas aos bichos, a primeira-dama se convenceu de que esse é o destino ideal para os animais.
Na próxima semana, Regina voltará a Santa Maria para ver como eles estão se adaptando. Depois de um período em cativeiro, os que têm condições de viver em liberdade, como os urubus, serão devolvidos à natureza.

PASSEIO NO PARQUE - Trenzinho da Redenção deve voltar em março
Os frequentadores do Parque Farroupilha (Redenção), em Porto Alegre, poderão aproveitar um passeio diferente a partir de março. É a volta do trenzinho, que desde 2007 está desativado e deverá cumprir um circuito pelos principais recantos do parque no próximo verão.
O trajeto previsto para ser cumprido pelo veículo terá 1,8 mil metros, passando por pontos como o Auditório Araújo Vianna, o lago, o extinto minizoo e o espelho d’água. O preço ainda deverá ser definido pelo permissionário, mas a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) considera que deve ficar em torno de R$ 2. Em fevereiro, começam os testes para verificar peso e velocidade, entre outros quesitos.
O trem será no estilo Maria Fumaça, com quatro vagões com capacidade para 24 pessoas cada um. A previsão é de que seja movido a biodiesel. A preocupação com a educação ambiental, aliás, faz parte do projeto. Enquanto ocorre o passeio, um sistema sonoro informará sobre a história da Redenção e o trajeto em meio à vegetação poderá ser complementado com informações aos passageiros, segundo o secretário municipal do Meio Ambiente, Luiz Fernando Záchia:
– É um atrativo superespecial porque não fica só no passeio. Dá para agregar algo de educação ambiental, já que o trajeto passará por monumentos, chamando para a sua conservação e educando as pessoas para que também fiscalizem.
Antigo pórtico vai virar bilheteria
Uma novidade envolverá a instalação da bilheteria. Ela ficará no posto que era parte do antigo pórtico da exposição do centenário da Revolução Farroupilha, construído em 1935. O posto fica localizado em um triângulo entre a Rua Engenheiro Luiz Englert, o estacionamento da Redenção e o extinto minizoo.
A licitação teve como critério a maior oferta de contribuição mensal para o Fundo Pró-Defesa do Meio Ambiente de Porto Alegre. A permissão de uso terá validade de cinco anos, podendo ser prorrogada.
andre.mags@zerohora.com.br

NOVO REFÚGIO - Animais da Redenção chegam a Santa Maria
Eles chegaram na madrugada de ontem a Santa Maria e agora estão na casa nova, conhecendo e se adaptando ao lugar. Sete viveiros novos e pelo menos outros cinco já existentes no Criadouro Conservacionista São Braz serão os novos (e sossegados) lares dos 78 animais silvestres, transferidos do Minizoo do Parque Farroupilha (Redenção), na Capital.
Durante a noite, macacos, tartarugas e aves foram transportados em um caminhão baú para o município da Região Central. O deslocamento exigiu cuidados, como paradas de uma em uma hora.
Agora os recém-chegados vivem em um ambiente tranquilo. De acordo com o chefe do escritório do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) em Santa Maria, Tarso Isaia, nem todo zoológico é, necessariamente, um ambiente estressante, mas algumas regras são difíceis de serem cumpridas, especialmente em parques:
– As pessoas chegavam muito próximas a eles (aos animais), que recebiam alimentos inapropriados e ficavam expostos a doenças.
Os macacos-prego, por exemplo, passaram por avaliação de biólogos, que constaram sobrepeso e problemas nos dentes. Segundo os especialistas, em razão de ingerirem doces e salgadinhos oferecidos por visitantes.
Adaptações na estrutura precisaram ser feitas para a chegada dos novos moradores, como a construção e a reforma de recintos para aves, primatas e répteis. Viveiros mais amplos, com iluminação, ventilação e, principalmente, isolamento do público e do barulho da cidade, devem garantir o bem-estar dos bichos porto-alegrenses.
O criadouro
- O ambientalista Santos de Jesus Braz de Silva legalizou o hoje Criadouro Conservacionista São Braz em 1995, então com 26 aves.
- Em 2002, o criadouro passou para uma área de 26 hectares doada pelo empresário Ary Glock na localidade de Passo da Ferreira. Hoje, o local conta com mais de 700 exemplares de 188 espécies.
- Diferentemente de um zoológico, as visitas ao criadouro (em geral, de grupos escolares) são pré-agendadas e focadas na educação ambiental, com projetos ministrados lá.
- Apesar do reconhecimento do Ibama, o local não recebe verbas públicas. É mantido com doações de empresários. Também vêm de empresas parceiras os alimentos dos animais, que seriam descartados por serem inadequados ao consumo humano.
- Mais informações no site www.criadourosaobraz.com.br

Santa Maria - Criadouro recebe os novos hóspedes
Os 78 animais retirados do Minizoo da Redenção, em Porto Alegre, chegaram ao Criadouro Conservacionista São Braz, em Santa Maria, às 23h50min de segunda-feira, levados em um caminhão. O veterinário Paulo Guilherme Carnel Wagner, chefe do Núcleo de Fauna do Ibama no Rio Grande do Sul, diz que a remoção foi tranquila. Durante o percurso, de 5 horas, ocorreram duas paradas.
O período de adaptação no criadouro será de aproximadamente 30 dias, conforme o chefe do Escritório Regional do Ibama, Tarso Isaia. Uma arara e um papagaio estão recebendo um tratamento especial, informa o veterinário Gustavo Peters, que atende como voluntário no São Braz. A primeira ave está um pouco desnutrida e a outra apresenta uma pequena infecção no bico.
Segundo Santo de Jesus Braz, administrador do criadouro, os novos moradores estão em dez recintos especialmente preparados para recebê-los. O local foi fundado em 1995 e passa a contar agora com 700 animais, de 188 espécies, em uma área de 16 hectares. "Procuramos um local adequado e, depois de um estudo que durou um ano, optamos pelo criadouro de Santa Maria, que reúne todas as condições", salienta Paulo Guilherme. O chefe do Núcleo de Fauna do Ibama no RS diz que não concorda com as manifestações realizadas na saída dos animais em Porto Alegre e ressalta que foi realizado um trabalho técnico. Segundo ele, os bichos estavam submetidos ao estresse e ao barulho. O Criadouro São Braz tem um projeto denominado Adote um Amigo, que já conta com 78 padrinhos.

MOBILIDADE - Câmara aprova proposta de estacionamento subterrâneo
Na esteira do que já é uma proposta da prefeitura, a Câmara de Vereadores de Porto Alegre aprovou no dia 12 de dezembro passado um projeto de lei que propõe áreas da região central da cidade para a construção de estacionamentos subterrâneos.
A proposta indica alguns locais que poderão receber esse tipo de empreendimento. A prefeitura, no entanto, já definiu dois pontos que devem receber as garagens: a Praça Parobé, no Centro Histórico, e o Parque Farroupilha, nas proximidades do Parque Ramiro Souto, no limite do bairro Farroupilha com o bairro Bom Fim. Serão 500 vagas no Parque Farroupilha e 300 na Praça Parobé.
A previsão da prefeitura é de que os dois estacionamentos estejam concluídos em 2013. Os locais foram escolhidos por terem grande circulação de pessoas e conexão com outras formas de transporte.
Para o coordenador do Gabinete de Assuntos Especiais da prefeitura, Edemar Tutikian, a ideia principal dos estacionamentos subterrâneos é que haja integração com as estações de metrô, do Trensurb e da hidrovia. “A análise que se faz não é só da garagem subterrânea em si. Ela (a garagem) está dentro de um contexto de mobilidade. É importante que a gente comece a pensar a cidade dentro desse contexto”, declarou Tutikian, que comemorou o apoio da câmara à iniciativa da prefeitura de construir os estacionamentos. “É importante que a Câmara de Vereadores publicamente demonstre que a prefeitura está no caminho certo”, disse.
As licitações devem estar concluídas até janeiro de 2012.
Em outubro, quatro empresas entregaram à prefeitura estudos para a construção dos estacionamentos subterrâneos, a primeira etapa para verificar a viabilidade técnica e econômica das obras. Uma comissão da prefeitura deve concluir a análise dos estudos e a elaboração do termo de referência para a licitação.
A prefeitura espera, no entanto, mais ofertas. Além da Praça Parobé e do Parque Ramiro Souto, a administração municipal já demonstrou interesse em estender os empreendimento para outros locais, como a região da rodoviária e do bairro Moinhos de Vento.

REDENÇÃO - Animais são retirados do Mini-Zôo
Uma operação não divulgada antecipadamente, porém já prevista, removeu no dia 19 de dezembro os cerca de
80 animais do Minizoo do Parque Farroupilha (Redenção), em Porto Alegre, para um criadouro em Santa Maria, no centro do Estado. Com grande aparato logístico, o transporte foi feito por um caminhão fretado pelo Criadouro Conservacionista
São Braz, de propriedade de Santos de Jesus Braz da Silva. A ação contou com o apoio de funcionários das secretarias municipais dos Direitos Animais (Seda) e do Meio Ambiente (Smam) e fiscalização do Ibama. A área do parque foi isolada
por guardas municipais e o trânsito nas proximidades foi acompanhado pelos agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
A decisão da prefeitura de tirar de funcionamento o Minizoo vem tomando corpo já há algum tempo em razão das condições precárias nas quais viviam os animais, com barulho do trânsito nas proximidades, poluição e a ação de vândalos.
A ideia ganhou força este ano, com a intervenção da primeira-dama Regina Becker, que é atuante na defesa dos animais e foi uma das incentivadoras da criação da Seda.
Conforme Roberto Jakubaszko, integrante do Conselho dos Usuários do Parque Farroupilha, um dos mais indignados com a retirada, “é lamentável não ter havido um debate com a sociedade a respeito”. Ele e outros manifestantes contrários
protestaram no local e tentaram impedir a retirada dos animais alegando que o caminhão baú não era adequado para o transporte.
Segundo o proprietário do Criadouro São Braz, que receberá os animais com o aval do Ibama, os animais ficarão em uma área
ampla, organizada e preparada para recebê-los, localizada a oito quilômetros do centro de Santa Maria, onde vivem outros 600 animais.
A alimentação será garantida por um ano pela prefeitura da Capital, conforme o convênio firmado com a instituição. Após, eles serão incluídos na logística habitual, que conta com o apoio de 78 empresas que patrocinam o projeto, chamado Adote um Amigo. Os animais foram retirados sem uso de equipamento químico e contidos por integrantes da equipe do criadouro com redes
de captura e transportados em caixas.
A movimentação e a agitação também gerou protestos dos que não concordavam com a retirada.
Os animais foram avaliados antes de saírem da Redenção. A equipe com 16 pesssoas, contou com a presença de quatro médicos
veterinários, biólogos e técnicos com experiência em remoções.
O criadouro trabalha há mais de 30 anos com espécies selvagens, conforme o seu proprietário. Ele também explicou que a visitação pública é proibida no local, entretanto, existe a possibilidade de visitação didática para escolas.

Posto da BM passa por nova reforma
Soldados da 3ª Cia realizaram, no mês de dezembro, uma nova reforma do Posto da Brigada Militar no Bom Fim. O prédio, localizado no Largo José Faibes Lubianca havia passado por uma reforma completa entre os anos de 2002 e 2004. De acordo com
o Capitão Valdeci José Martins Rocha, comandante da 3ª Cia, havia necessidade de qualificar o espaço para a população, além de tornar o ambiente mais agradável para os policiais que trabalham no local. O Posto Policial da BM foi construído pela Associação dos Amigos do Bom Fim e a sua primeira reforma também foi coordenada pela entidade comunitária, em conjunto com
o então comandante da 3ª Cia, na época o Tenente Augusto Mamede, que hoje como Coronel, ocupa função junto ao Comando do Policiamento da Capital, e o então administrador do Parque da Redenção, Clóvis Breda, hoje trabalhando na coordenadoria de Parques e Praças da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Nei Lisboa fez show ao ar livre em frente ao auditório
O Auditório Araújo Vianna foi o fundo do palco montado pela prefeitura para a festa do “Natal da Cidade de Porto Alegre”.
A comemoração, que teve a presença do prefeito José Fortunati e da primeira-dama, Regina Becker, foi realizada, em parceria com a Oi e a Opus.
A programação da noite deste sábado, 10, começou com a apresentação do Coral do Dmae e o acendimento da árvore de Natal, às 20h30. A última atração foi o show de Nei Lisboa.
Segundo o prefeito José Fortunati, a escolha do local da festa é uma forma de reaproximar as pessoas do auditório, que está em fase final de reformas. “Esse evento marca a volta da população ao Araújo Vianna.
Em breve poderemos desfrutar deste local, que faz parte da história, e está sendo revitalizado para se tornar um grande espaço de cultura de Porto Alegre”, afirmou o prefeito.
A festa teve continuidade no dia 17, com a apresentação da New Big Band, formada por alunos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) Deputado Victor Issler, Lauro Rodrigues e São Pedro, além do Colégio Estadual Castro Alves, de Alvorada, e regida pelo professor Arlindo da Silva Shclorke.
Depois subiu ao palco a Orquestra de Flautas da Escola Municipal Heitor Villa Lobos, sob a regência da professora Cecília Rheingantz Silveira. Nos dois dias de evento foram arrecadados brinquedos para a campanha “Natal Bem Legal Eu curto, Eu participo”, coordenada pelo gabinete da primeira-dama.

FIM DO MINIZOO - Remoção de animais em meio a protestos e aplausos
O último mico-prego do minizoo da Redenção, em Porto Alegre, parou de guinchar às 18h24min de ontem, ao ser capturado por uma rede e colocado dentro de uma caixa de madeira após uma luta de pelo menos uma hora. Sob clima tenso, o minizoo deixou de existir após uma operação que levou a tarde inteira para remover 73 animais, extirpando da Redenção um de seus últimos grandes atrativos e revoltando parcela das pessoas que acompanhava a movimentação.
Dezenas observaram a operação. A área foi completamente isolada às 14h20min, sob forte aparato de segurança. Havia mais de 20 guardas municipais e menos de uma dezena de policiais militares. Do outro lado do cordão de isolamento, dois grupos se destacavam, um favorável à remoção, portando faixas e cartazes, e outro contrário à retirada, protestando com frases de efeito.
– Não quero ver uma criança aqui de novo. A educação ambiental tem de ser feita de outra forma. A visitação a esses animais é antiética, é um egoísmo – declarou o professor de educação artística Naor Nemmen, da ONG Lugar de Animal.
– Que presente de Natal o prefeito José Fortunati está dando para as crianças de Porto Alegre. Não é só chegar aqui, em uma ação sorrateira, e levar os animais. Isso tem de ser discutido com a população – replicou o integrante do Conselho dos Usuários do Parque Farroupilha Roberto Jakubaszko.
Quando o caminhão que transportaria os animais chegou, às 14h37min, um fenômeno ocorreu. O letreiro ostentando o nome da empresa que locara o veículo para o criadouro, a Transmiro, e a simplicidade do seu interior assustaram os presentes. Os dois grupos antagônicos se uniram, dando início a muitos protestos.
– É um caminhão de mudanças comum, não tem ventilação, e ele vai até Santa Maria. Ali na porta já está quentíssimo – afirmou o vereador Carlos Todeschini (PT), que compareceu ao lado da colega Fernanda Melchionna (PSOL).
Veterinário do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que acompanhava a mudança, Paulo Wagner garantiu que as condições de transporte eram normais. O que o Ibama não suportava mais eram, isso sim, as más condições de alojamento dos bichos em um ambiente poluído, barulhento e à mercê de vândalos. Há mais de ano, o órgão federal considerou que o local “não atende aos padrões mínimos de tamanho e estrutura exigidos”, e pediu melhorias. A prefeitura preferiu se desfazer dos animais.
Todeschini ainda tentou obter uma liminar que impedisse a saída do veículo. O fim da história, porém, não mudou. Da escuridão de caixas plásticas e de madeira, os últimos habitantes do minizoo desembarcariam no final da noite de ontem ou início da madrugada de hoje no criadouro, rumo a uma vida mais tranquila, distante de grandes grupos de humanos curiosos.
andré.mags@zerohora.com.br
ANDRÉ MAGS
Futuro da área está indefinido
Até ontem, não se sabia ao certo o que seria construído no lugar do Minizoo Palmira Gobbi. Por enquanto, segundo a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), as jaulas ficarão fechadas e vazias.
O futuro promete especulações de todo tipo: virá um museu sobre ecologia, contendo um monumento aos animais? A área gradeada se tornará um gatil ou um canil? O que restou do minizoo será derrubado, dando lugar à vegetação? Poderia ser aberta uma rua?
– O que estão fazendo é abrir a Avenida Setembrina. Primeiro tinha que tirar os animais – cogitou o professor de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Luiz Miranda.
O fim do minizoo se adiciona a um momento pouco feliz do parque. A conjuntura permitiu que, neste final de ano, pelo menos outras três atrações da região estejam em um limbo. O Café do Lago, um dos mais charmosos da Capital, está fechado há mais de um ano, aguardando as adequações do permissionário. A volta do trenzinho que levava visitantes a passear pelo parque é esperada para 2012. Por fim, o prefeito José Fortunati prometeu a reabertura do Auditório Araújo Vianna para 26 de março do ano que vem.
Momento difícil de um dos principais parques da cidade
Usuários mais antigos entendem que a Redenção perdeu prioridade. Projetos embalados pela Copa do Mundo de 2014 seriam muito mais vistosos. O medo é de que o trânsito, uma hora, acabe abocanhando um pedaço do parque, situado em uma área de circulação intensa de veículos e limitado pelos prédios históricos da UFRGS. Diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari rejeita totalmente a hipótese.
– Não há nenhum projeto ou intenção nossos de mexer na Rua Engenheiro Luiz Englert ou na Setembrina – garantiu.

Remoção ocorre sob vaias no Minizoo
Sob vaias e protestos, foram retirados ontem à tarde os 85 animais que viviam no Minizoo da Redenção, em Porto Alegre. O problema começou quando estacionou o caminhão que faria a transferência dos bichos para o criadouro conservacionista São Braz, em Santa Maria. O caminhão-baú não apresentava, segundo os usuários do parque e integrantes de ONGs ligadas à preservação dos animais, as mínimas condições para a remoção dos animais. Para o integrante da ONG Porto Alegre Melhor, Naor Nemmen, a falta de refrigeração do caminhão aliada à alta temperatura, poderia prejudicar os bichos durante a viagem, estimada em cinco horas.
"Estamos imensamente decepcionados com a forma como se deu o processo de transferência desses animais. Eles já vivem em um lugar totalmente hostil, conviviam com a poluição urbana e sonora e deveriam sair daqui, mas não nessas condições", avaliou Naor. O integrante do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental de Porto Alegre, Ibirá Santos Lucas, considerou o processo um crime ambiental. "A remoção deles não deveria ter sido feita dessa maneira, foi conduzida de forma criminosa, com araras sendo colocadas em gaiolas de macacos, em caixas sem isolamento térmico. Até jatos de água foram jogados nos bichos, que gritavam assustados", revelou Lucas.
Segundo o médico veterinário e analista ambiental do Ibama/RS, Paulo Guilherme Carniel Wagner, o transporte escolhido para a mudança dos animais foi seguro, pois possuía áreas de ventilação e todas as condições necessárias para a viagem. "Os animais não serão prejudicados. A viagem terá todo o acompanhamento necessário", disse.
Seda diz atender às exigências
A previsão, até ontem à noite, era de que os animais seriam acomodados no criadouro hoje de manhã. Para tentar impedir a retirada dos animais, o vereador Carlos Todeschini chegou a acionar o Judiciário. Segundo a assessora jurídica da Secretaria Especial dos Direitos dos Animais (Seda), Fabiane Tomazi, a transferência dos animais ocorreu de forma correta e atendeu às exigências do Ibama.

Momento Bambi

Protesto marca retirada de animais do minizoo da Redenção
ANTONIO PAZ/JC
A retirada dos 73 animais do Minizoo Palmira Gobbi Dias, localizado no Parque da Redenção, em Porto Alegre, foi marcado pelo protesto de integrantes do Conselho dos Usuários do Parque Farroupilha e de organizações não governamentais que atuam em defesa dos animais. O motivo da manifestação foi o caminhão que transportaria os animais até o Criadouro Conservacionista São Braz, em Santa Maria, que, segundo os manifestantes, não teria ventilação.
A operação de transferência foi conduzida por técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Foram retirados animais como araras, ratões-do-banhado, jabutis e micos-prego, provenientes de doações ou de apreensões.
Com o isolamento da área pela Guarda Municipal, um grupo de pessoas começou a se aproximar do minizoo em função da dificuldade dos funcionários do Ibama em retirar os animais com uma rede e de colocá-los nas gaiolas.
Muitos gritavam palavras como "assassinos", "matem os animais com funda" ou "acertem uma paulada que a morte é mais rápida".
Para o arquiteto Ibirá Santos Lucas, integrante do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e Ambiental, a ação da prefeitura de Porto Alegre é um desrespeito com a população gaúcha, que não foi consultada sobre a retirada dos animais. "Não houve discussão com a comunidade. Estão levando os animais em caminhão de frete que não é adequado ao transporte", comentou.
Já Naor Nemmen, da ONG Porto Alegre Melhor, disse ser a favor da retirada. No entanto, afirmou que o caminhão para o transporte das espécies não era adequado e não tinha ventilação.
O veterinário do Ibama Paulo Wagner afirmou que o caminhão tinha espaço suficiente para ventilação e estava autorizado a realizar a viagem de cinco horas até Santa Maria. "Serão realizadas paradas e respeitadas todas as normas de segurança para o transporte de animais", ressaltou.
A transferência das espécies foi acompanhada por quatro veterinários da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A realocação foi definida após o Ibama considerar as instalações inadequadas devido ao barulho e à poluição.
Até a noite de ontem, a primeira-dama da Capital, Regina Becker, responsável pela Secretaria Especial de Direitos dos Animais, não havia se manifestado sobre a transferência dos animais para Santa Maria. Além disso, a prefeitura de Porto Alegre ainda não definiu o que será feito da área.

Animais do Minizoo são realojados em criadouro de Santa Maria
A Prefeitura de Porto Alegre, por intermédio das secretarias Especial dos Direitos Animais (Seda) e municipal do Meio Ambiente (SMAM), e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) realizaram na tarde desta segunda-feira, 19, o realojamento dos animais do Minizoo Palmira Gobbi Dias para o Criadouro Conservacionista São Braz. Localizado na cidade de Santa Maria (RS), o espaço foi indicado pelo Ibama por atender às peculiaridades das espécies. De acordo com a Seda, a operação não foi divulgada a fim de garantir o bem estar dos animais, evitando-se o estresse que uma aglomeração maior de pessoas no local provocaria.
A decisão de se transferir os 73 animais – micos-prego, araras, ratões-do-banhado e jabutis –foi tomada depois de o Ibama verificar a situação inadequada de alojamento, comprometendo a qualidade de vida das espécies, principalmente em razão da umidade, ausência de luz solar, ações de vândalos e ruídos causados pelo trânsito do entorno (buzinas, ronco de motores e emissão de gás poluente de automóveis, ônibus, caminhões e motos).
O Minizoo do Parque Farroupilha está localizado numa rota de ligação entre avenidas de grande fluxo, como a João Pessoa e Osvaldo Aranha. De acordo com Ofício Nº 291/10, emitido pelo Núcleo de Fauna do Ibama, “o local não atende aos padrões mínimos de tamanho e estrutura exigidos pela Instrução Normativa 169/2008”.
Por sua vez, o poder público entendeu que não se justificariam investimentos de alta ordem devido ao fato do local não apresentar condições ideais para que os animais pudessem ter vida salutar, tanto do ponto de vista físico (pouca iluminação solar, ambiente com elevado índice de umidade, alimentação inapropriada introduzida no recinto pela população) quanto do ponto de vista emocional (ambiente com alto índice de poluição sonora).
A partir do momento em que a prefeitura apresentou seu posicionamento, o Ibama passou a buscar um local que atendesse aos requisitos exigidos, atentando ainda para que não fossem apartadas as famílias das espécies. Com o objetivo de proteger e promover o bem-estar dos animais, a Prefeitura de Porto Alegre irá disponibilizar apoio logístico e a manutenção dos animais pelo período de um ano.
A operação de retirada dos animais foi fiscalizada pelo médico-veterinário do Ibama Paulo Wagner e acompanhada por quatro veterinários da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). De acordo com Wagner, todos os cuidados para se preservar a saúde dos animais foram tomados, como a acomodação em gaiolas especiais e a opção de se realizar a viagem à noite, quando o calor diminui.

Ibama conclui operação de retirada dos animais do zoológico da Redenção, na Capital
As jaulas do Minizoo do Parque Farroupilha, em Porto Alegre, estão vazias. Sob protestos, o Ibama concluiu no final da tarde desta segunda-feira a operação de retirada dos 73 animais do local. Eles serão levados para um criadouro em Santa Maria.
Por volta das 19h, os últimos bichos foram colocados em um caminhão baú que os conduzirá até o município da região central do Estado. O veículo deve partir a qualquer momento, em uma viagem prevista para levar mais de cinco horas. Agentes da EPTC escoltarão o caminhão até a saída de Porto Alegre.
De acordo com o Ibama, o deslocamento até Santa Maria exige uma série de cuidados com os animais, como paradas de uma em uma hora. Como o veículo é fechado, as interrupções serão para garantir ventilação aos bichos — a condição do caminhão foi inclusive uma das causas dos protestos de defensores de animais enquanto o zoológico era esvaziado na tarde desta segunda.
Sem condições adequadas para os animais
Segundo o Ibama, o Minizoo não oferece as condições adequadas para ficar com os animais. Entre os problemas apontados pelo órgão estão a falta de vigilância 24 horas, poluição e recintos inadequados para as espécies. O instituto informou ainda que a decisão de fechar o local foi da prefeitura de Porto Alegre.

Manifestantes protestam na retirada de animais do Minizoo da Redenção, na Capital
Os animais que vivem no Minizoo da Redenção, em Porto Alegre, começaram a ser retirados no início da tarde desta segunda-feira por técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Eles serão transferidos para o criadouro conservacionista São Braz, de Santa Maria, mas o impasse sobre o transporte mobiliza dezenas de pessoas no parque.
Manifestantes acreditam que o caminhão de frete contratado pelo Ibama não é adequado ao transporte dos animais. "Sou a favor da retirada, mas não com esse caminhão, que não possui refrigeração", alega Naor Nemmen, da ONG Porto Alegre Melhor. De acordo com o médico-veterinário do Ibama Paulo Wagner, o caminhão tem espaço suficiente para ventilação e está autorizado a fazer a viagem.
Sobre o risco de perder exemplares durante a transferência, Wagner admitiu que a possibilidade existe, mas que estão sendo tomados todos os cuidados necessários – viagem no período de menor calor (noite) e acomodação em gaiolas especiais – para evitar baixas. “Qualquer manipulação de animal envolve algum risco”, disse.
Os animais estão sendo retirados com redes de contenção e colocados nas gaiolas apropriadas, mas ainda não no caminhão. Segundo o Ibama, são 73 animais como araras, ratões-do-banhado, jabutis e micos-prego, provenientes de doações ou de apreensões. Quatro veterinários da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) acompanham a transferência, que foi definida após o Ibama considerar as instalações inadequadas devido ao barulho e à poluição locais e prefeitura manifestar não ter mais interesse em manter a área.
O vereador Carlos Todeschini, que estava no local quando teve início a captura dos animais, disse que vai tentar entrar com uma liminar para impedir a operação.

Animais são removidos do Minizoo da Redenção, em Porto Alegre
Com a presença de pessoas favoráveis e contrárias à remoção dos animais do Minizoo do Parque Farroupilha, em Porto Alegre, às 14h20min agentes da Guarda Municipal iniciaram o cercamento do local. Em seguida, chegou o caminhão que vai levar os 73 habitantes do local para um criadouro em Santa Maria. Apesar do ânimo mais exaltado de alguns presentes, a operação teve início.
Segundo o Ibama, o Minizoo não oferece as condições adequadas para ficar com os animais. Entre os problemas apontados pelo órgão estão a falta de vigilância 24h, poluição e recintos inadequados para as espécies. O instituto informou ainda que a decisão de fechar o local foi da prefeitura de Porto Alegre. Um veterinário do Ibama acompanha a operação no local.
Para o professor de Educação Artística e integrante de ONG que defende Direito dos Animais, Naor Nemmen, 50 anos, este é um momento histórico.
— Estou orgulhoso, já que há 45 anos eu fui trazido aqui e desde então vejo esse lugar como um campo de concentração. Quero guardar essa foto para os meus netos. O Ibama já apontou que não há condições, então será melhor que os animais sejam legados para outro local. Aqui o barulho e a poluição já passaram dos limites e isso não tem dinheiro que resolva — avaliou Nemmen.
Mais cedo, o integrante do Conselho de Usuários do Parque Farroupilha (Redenção) Roberto Jakubaszko, 60 anos, defendeu que essa decisão deveria ter sido tomada com consulta à população.
— Não é só chegar aqui, numa ação sorrateira, e levar os animais. Isso tem de ser discutido com a população — disse Jakubaszko, que frequenta o parque desde criança e acredita que a melhor solução seria readequar o Minizoo às normas exigidas.
Serão transportados animais como macacos, tartarugas, aves, além de algumas espécies ameaçadas de extinção. Eles irão para o Criadouro Conservacionista São Braz, em Santa Maria.
— Vamos oferecer uma condição bem superior — garante Santos de Jesus Braz da Silva, dono do futuro lar dos bichos do Minizoo.
A prefeitura quer tirar de funcionamento o Minizoo porque considera que os animais sofrem com o barulho, a poluição e a ação de vândalos.
O secretário do Meio Ambiente, Luiz Fernando Záchia, falou com ZH e confirmou que o Minizoo será encerrado esta semana. Sobre o sigilo envolvendo a transferência dos bichos, foi categórico:
— Tem de ter silêncio e não ter movimentação por causa dos animais. É uma operação que, logisticamente, não é muito simples.

Vigília no parque - "Isso tem de ser discutido com a população", reclama frequentador da Redenção sobre o fim do Minizoo
À espera de uma operação sigilosa para acabar com o Minizoo do Parque Farroupilha (Redenção), em Porto Alegre, um ambientalista apreensivo monta vigília. Aos 60 anos, Roberto Jakubaszko conta que frequenta o parque desde criança. Hoje, integrante do Conselho de Usuários da Redenção, não esconde a indignação com o que classifica como "ação sorrateira".
— O cidadão de Porto Alegre que paga seus impostos não merece isso. Como a prefeitura pode tomar essa atitude? Não é só chegar aqui, numa ação sorrateira, e levar os animais. Isso tem de ser discutido com a população — disse Jakubaszko — Estamos de campana, aguardando os amigos para protestar de alguma forma. Fechar o Minizoo será um terrível presente de Natal — concluiu.
Ainda pela manhã, Jakubaszko foi à Câmara de Vereadores na tentativa de buscar apoio político para que os animais não sejam transferidos.
O Minizoo do Parque Farroupilha tem cerca de 80 animais. Eles devem ser levados nesta segunda-feira para criadouro em Santa Maria.
O transporte será feito por um caminhão Cargo do Criadouro Conservacionista São Braz, segundo confirmou o proprietário, Santos de Jesus Braz da Silva. Deve haver apoio de funcionários das secretarias municipais dos Direitos Animais (Seda) e do Meio Ambiente (Smam).
Espera-se guardas municipais para isolar a área e agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para coordenar o trânsito. Para dar agilidade ao processo, um grupo recolheria os bichos, outro colocaria cada animal em caixas e um terceiro os conduziria até o caminhão.
A prefeitura quer tirar de funcionamento o Minizoo porque considera que os animais sofrem com o barulho, a poluição e a ação de vândalos. A ideia ganhou força este ano, com Regina, que é atuante na defesa dos animais e foi uma das incentivadoras da criação da Seda.
O secretário do Meio Ambiente, Luiz Fernando Záchia, falou com ZH e confirmou que o Minizoo será encerrado esta semana. Ele diz que a medida é de responsabilidade total da Seda. Sobre o segredo envolvendo a transferência dos bichos, foi categórico:
— Tem de ter silêncio e não ter movimentação por causa dos animais. É uma operação que, logisticamente, não é muito simples.
A visitação ao Minizoo foi pequena, na tarde deste domingo. Ao lado da mãe, Sabrina Reis da Silva, 26 anos, e com um macaquinho de pelúcia nas mãos, Emily da Silva Araújo, sete anos, tentava uma animada e singela comunicação com os micos-prego.

MUDANÇA NA REDENÇÃO - Operação prepara remoção de animais de zoo para Santa Maria
Uma operação sigilosa se arma para transportar os cerca de 80 animais do Minizoo do Parque Farroupilha (Redenção), em Porto Alegre, para um criadouro em Santa Maria, no centro do Estado. A ação está prevista para ocorrer ainda hoje, e incluirá um grande aparato logístico.
O transporte deve ser feito por um caminhão Cargo do Criadouro Conservacionista São Braz, confirmou ontem o seu proprietário, Santos de Jesus Braz da Silva. Deve haver apoio de funcionários das secretarias municipais dos Direitos Animais (Seda) e do Meio Ambiente (Smam). Espera-se guardas municipais para isolar a área e agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para coordenar o trânsito. Para dar agilidade ao processo, um grupo recolheria os bichos, outro colocaria cada animal em caixas e um terceiro os conduziria até o caminhão.
Mesmo que já existam detalhes da operação, autoridades não falam sobre o assunto. O prefeito José Fortunati não atendeu aos telefonemas de Zero Hora, ontem. A primeira-dama do município e voluntária da Seda, Regina Becker, recebeu uma ligação da reportagem, pediu para que telefonassem mais tarde porque recebia outro chamado e, ao longo do dia, não voltou a atender.
A prefeitura quer tirar de funcionamento o Minizoo porque considera que os animais sofrem com o barulho, a poluição e a ação de vândalos. A ideia ganhou força este ano, com Regina, que é atuante na defesa dos animais e foi uma das incentivadoras da criação da Seda.
O secretário do Meio Ambiente, Luiz Fernando Záchia, falou com ZH e confirmou que o Minizoo será encerrado esta semana. Ele diz que a medida é de responsabilidade total da Seda. Sobre o segredo envolvendo a transferência dos bichos, foi categórico:
– Tem de ter silêncio e não ter movimentação por causa dos animais. É uma operação que, logisticamente, não é muito simples.
A visitação ao Minizoo foi pequena, na tarde de ontem. Ao lado da mãe, Sabrina Reis da Silva, 26 anos, e com um macaquinho de pelúcia nas mãos, Emily da Silva Araújo, sete anos, tentava uma animada e singela comunicação com os micos-prego.
O assessor de condomínios Ernani Araújo, 43 anos, tinha ciência de que aquele não era um dia qualquer. Ele observava, em silêncio, a filha Beatriz Vargas, cinco anos. A menina olhava arrebatada para uma dupla de urubus na jaula. Os visitantes faziam, possivelmente, sua última visita ao Minizoo Palmira Gobbi, assim batizado em 1984.
– É importante o contato das crianças com os animais em Porto Alegre, sem ter de ir ao zoológico de Sapucaia. Porto Alegre vai ficar triste. Não vou contar para a minha filha.
Também sabedor da mudança, Roberto Jakubaszko, integrante do Conselho dos Usuários do Parque Farroupilha, estava indignado. Ele lamenta não ter havido um debate com a sociedade a respeito. Para hoje, Jakubaszko prepara uma ida ao local. Espera poder fazer alguma coisa para impedir o fim do Minizoo.
andre.mags@zerohora.com.br
ANDRÉ MAGS
As espécies que habitam o minizoo
- Aves: araras, papagaios, gaviões, urubus, pavões, faisões, saracuras, marrecas, jandaias, maitacas, chimangos, tachãs, caracarás, socós, caturritas.
- Mamíferos: ratões-do-banhado e micos-prego
- Réptil: jabutis
ENTREVISTA
“Animais não são artistas para serem aplaudidos”
Santos de Jesus Braz da Silva, proprietário do criadouro que receberá os animais
De Santa Maria, o ambientalista conversou com Zero Hora e confirmou que tudo está preparado para a chegada dos animais do Minizoo da Redenção:
Zero Hora – A que horas o caminhão com os animais chega a Santa Maria amanhã (hoje)?
Santos de Jesus Braz da Silva – Não tem hora. A operação começa de manhã.
ZH – O criadouro tem recursos suficientes para manter os animais que vão chegar?
Braz – A prefeitura de Porto Alegre está nos garantindo a alimentação deles por um ano.
ZH – E depois?
Braz – A gente tem 78 empresas que patrocinam o projeto, chamado Adote um Amigo.
ZH – Como será feito o recolhimento das jaulas e o transporte?
Braz – Não será usado nenhum tipo de equipamento químico. Temos uma equipe de 16 profissionais que faz a contenção e o transporte. Estão indo quatro médicos veterinários, biólogos.
ZH – É possível visitar esses animais depois?
Braz – A visitação pública é proibida. Temos uma visitação didática para escolas, somente, porque entendemos que os animais não são artistas para serem aplaudidos.
ZH – Os animais estarão melhores aí do que no Minizoo?
Braz – Não vou dizer que sejam inadequadas as condições do Minizoo, mas certamente vamos oferecer uma condição bem superior.
ZH– Os usuários do parque não estão sendo avisados da operação pela prefeitura. O senhor concorda?
Braz – O que importa, neste momento, é a vida animal. Quanto menos perturbação, melhor.

Almanaque Gaúcho - Primeiro e único

Em foco - Flash Mob

Frequentadores da Cidade Baixa realizam ação criativa pela paz no bairro
Quem tomava chimarrão no Parque Farroupilha na tarde deste domingo foi surpreendido por uma ação inusitada: um carro de som se posicionou próximo ao chafariz e um grupo de pessoas começou a dançar uma coreografia ensaiada. Depois, começaram a chamar os "curiosos" para dançar junto. Uma faixa pedindo paz na Cidade Baixa foi estendida ao fundo.
A atividade foi gravada em vídeo para ser difundida na Internet, dando corpo à campanha pelo entendimento entre moradores, comerciantes e frequentadores de bares da Cidade Baixa, conhecida como o bairro boêmio da Capital. É a proposta das flash mobs, ações como a que foi realizada esta tarde na Redenção.
— Quando se iniciou a luta pela reorganização da Cidade Baixa, começamos um trabalho de conscientização junto aos frequentadores para que não fizessem aglomeração e algazarra na rua. Cada um precisa fazer a sua parte para não destruir a Cidade Baixa — diz Liza Bento, dona de um bar no bairro.
A dança foi coreografada pela produtora Pé na Lata, que também mobilizou os participantes e será encarregada de divulgar a atividade nas redes.
— Queremos espalhar para a maior quantidade de pessoas a mensagem de que a Cidade Baixa precisa da ajuda de todos — comenta Douglas Alves.
De acordo com o major Luis Ulisses Rodrigues Nunes, da Brigada Militar, desde o dia 6 de outubro, operações têm sido feitas nos pontos críticos do bairro, a fim de reduzir reclamações por perturbação do sossego. De lá para cá, foram registradas 2,6 mil ocorrências, sendo que, de 1º a 13 de dezembro, foram registradas apenas 12. Tráfico de drogas, brigas, furtos e infrações de trânsito também têm sido combatidos nas barreiras estáticas montadas pela polícia no bairro, de quinta-feira a domingo.

Almanaque Gaúcho - Natal nas ruas

BUSCA DE ESTACIONAMENTO - Câmara propõe áreas subterrâneas
A Câmara de Vereadores de Porto Alegre aprovou ontem um projeto de lei que propõe áreas da região central da cidade para a construção de estacionamentos subterrâneos. A proposta, de autoria do vereador Idenir Cecchim (PMDB), indica locais que podem receber esse tipo de empreendimento.
A prefeitura já definiu dois pontos que devem receber as garagens: a Praça Parobé, no Centro Histórico, e o Parque Farroupilha, nas proximidades do Parque Ramiro Souto, no limite do bairro Farroupilha com o bairro Bom Fim.
Serão 500 vagas no Parque Farroupilha e 300 na Praça Parobé. A previsão da prefeitura é de que os dois estacionamentos estejam concluídos em 2013. Os locais foram escolhidos por terem grande circulação de pessoas e conexão com outras formas de transporte. Para o coordenador do Gabinete de Assuntos Especiais da prefeitura, Edemar Tutikian, a ideia principal dos estacionamentos subterrâneos é que haja integração com as estações de metrô, do Trensurb e da hidrovia.
– A análise que se faz não é só da garagem subterrânea em si. Ela (a garagem) está dentro de um contexto de mobilidade. É importante que a gente comece a pensar a cidade dentro desse contexto – declarou Tutikian em entrevista à Rádio Gaúcha.
Tutikian comemora o apoio da câmara à iniciativa da prefeitura de construir os estacionamentos.
– É importante que a Câmara de Vereadores publicamente demonstra que a prefeitura está no caminho certo – disse.
As licitações devem estar concluídas até janeiro do ano que vem. Em outubro, quatro empresas entregaram à prefeitura estudos para a construção dos estacionamentos subterrâneos, a primeira etapa para verificar a viabilidade técnica e econômica das obras. Uma comissão da prefeitura deve concluir a análise dos estudos e a elaboração do termo de referência para a licitação.
A prefeitura espera, no entanto, mais ofertas. Além da Praça Parobé e do Parque Ramiro Souto, a administração municipal já demonstrou interesse em estender os empreendimento para outros locais, como a região da rodoviária e do bairro Moinhos de Vento.
Os locais
Veja onde o projeto propõe estacionamentos subterrâneos:
- Largo Glênio Peres
- Praça XV de Novembro
- Praça Marechal Deodoro
- Praça Júlio Mesquita
- Parque Farroupilha
- Parque Marinha do Brasil
- Parque Maurício Sirotsky Sobrinho

Oi decora Araújo Viana para o Natal
A decoração de Natal do Auditório Araújo Viana, na Redenção, em Porto Alegre, foi apresentada aos gaúchos neste sábado (10). A Oi, patrocinadora master da revitalização do espaço - em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre e a Opus Promoções -, entregou a iluminação especial durante um evento com a presença do prefeito da Capital, José Fortunati e de diretores da Oi. O atual auditório, fechado desde 2005, foi inaugurado em 12 de março de 1964, em forma de ferradura, com capacidade para 4.500 pessoas. Com a parceria da Oi, as obras do novo Araújo Vianna iniciaram-se no primeiro trimestre de 2010 e a previsão de reinauguração é para março de 2012, sob administração da Opus Promoções. A obra dotará o espaço de novo telhado fixo, climatização, bar, poltronas de teatro para três mil espectadores, além de uma completa reestruturação do palco, camarins, toaletes e todo o aparato cênico.

Auditório Araújo Vianna

PRELÚDIOS NATALINOS - Já é Natal nos parques
As atrações de Natal ganharam força na programação cultural de Porto Alegre durante o final de semana. Uma das mais tradicionais, o Concerto de Natal da série Concertos Comunitários Zaffari levou uma multidão ao Parcão ontem à noite.
O espetáculo com o Coral e a Orquestra Filarmônica da PUCRS teve a participação especial do sambista carioca Paulinho da Viola.
Munidos de cadeiras, chimarrão e lanches, os espectadores se prepararam para a apresentação. Com a regência do maestro Marcio Buzatto, o programa incluiu obras de Bizet, Beethoven e Verdi, além de canções de Natal. Paulinho da Viola subiu ao palco para apresentar cinco músicas na metade final da apresentação, entre elas Timoneiro e Foi um Rio que Passou em Minha Vida.
O espetáculo teve também a performance dos solistas Adriana de Almeida, Marcello Vanucci, Luis Gaeta e Panta e a participação do Ballet Concerto e do Tango Show.
Iluminação no Araújo
O Auditório Araújo Vianna foi o cenário do palco montado pela prefeitura para a festa do Natal da Cidade de Porto Alegre, sábado à noite. A comemoração, que teve a presença do prefeito José Fortunati e da primeira-dama, Regina Becker, foi realizada em parceria com a Oi e a Opus. A programação começou com a apresentação do Coral do Dmae e o acendimento da árvore de Natal, às 20h30min. A última atração foi o show de Nei Lisboa.
Segundo o prefeito José Fortunati, a escolha do local da festa é uma forma de reaproximar as pessoas do auditório, que está em fase final de reformas.
– Em breve, poderemos desfrutar deste local, que faz parte da história, e está sendo revitalizado para se tornar um grande espaço de cultura de Porto Alegre – afirmou o prefeito.
A festa terá continuidade dia 17. Nos dois dias de evento, há um posto de arrecadação de brinquedos para a campanha Natal Bem Legal Eu curto, Eu participo.
Emoção na Praça
Centenas de pessoas acompanharam na noite de sábado as apresentações do Natal na Praça, promovido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) em parceria com entidades do entorno da Praça Dom Sebastião.
O evento emocionou o público e as crianças do Hospital Santo Antônio, que puderam acompanhar do leito, pelas janelas, a interpretação de músicas natalinas pela Camerata Mansão Musical, pelo Coral da Associação Cultural Italiana do Rio Grande do Sul (Acirs) e pelo Grupo de Flautas do Colégio Marista Rosário, além da chegada do Papai Noel, que desceu as paredes do hospital de rapel e recebeu das mãos do prefeito José Fortunati a chave de Porto Alegre.
Com a chegada do grande personagem do Natal, os grupos musicais subiram ao palco juntos para a interpretação da música Noite Feliz, uma das mais tradicionais canções natalinas.

EVENTO - Reciclagem tecnológica
Dezenas de pessoas conferiram ontem, no Parque da Redenção, do 1º Desafio de Energia Solar Fotovoltaica – Robô de Sucata Eletrônica. A promoção, definida como inédita pelos organizadores, foi do Gabinete de Inovação e Tecnologia (Inovapoa) da prefeitura de Porto Alegre. A apreciação sobre o melhor desempenho foi feita por especialistas em robótica e energia solar. A intenção é que os estudantes desenvolvam projetos inovadores de geração de energia elétrica alimentados por placas de energia solar.
O robô do Colégio Militar foi avaliado como o de melhor desempenho, e o da Escola Técnica Santo Inácio recebeu um certificado de participação.
De acordo com o Inovapoa, a finalidade é alertar para a importância de garantir a sustentabilidade ambiental, promovendo a reciclagem e a reutilização dos componentes. O coordenador do Inovapoa, Newton Braga Rosa, diz que o lixo eletrônico tem servido como base para a construção e o desenvolvimento de diversos projetos de robótica.

Robôs na Redenção
Estudantes da Escola Técnica Santo Inácio e do Colégio Militar participaram ontem do 1 Desafio de Energia Solar com robôs, na Redenção. O concurso inédito entre estudantes do município foi promovido pelo Gabinete de Inovação e Tecnologia (Inovapoa) de Porto Alegre em parceria com a PUCRS. Segundo a prefeitura, a atividade teve por objetivo promover a construção e mobilidade de um robô experimental confeccionado com peças de sucata eletrônica movido a energia solar.
Para a montagem dos dispositivos, os alunos receberam materiais de duas empresas ligadas à reciclagem de computadores, a IZN Brasil e a Trade Recycle. Conforme o coordenador-geral do Inovapoa, Newton Braga Rosa, o foco principal do desafio foi conscientizar os alunos sobre a importância das energias alternativas. "Eles foram desafiados a construir um pequeno robô, com peças de computadores velhos e que se movimentassem somente com a energia do sol, gerando energia elétrica. Cada escola desenvolveu uma proposta diferente e construiu o projeto em apenas três semanas", disse. Entre os materiais utilizados estavam leitores de CD, compactadores de circuito impresso, motores de videocassete e mouse. Os alunos receberam troféus de participação. A previsão é de que em 2012 outro campeonato ocorra com a participação de mais escolas de Porto Alegre.

O Ibirapuera
...
O Auditório Araújo Vianna era um espaço degradado dentro da degradação do Parque Farroupilha, que há dezenas de anos vem sendo pilhado pelos vândalos e marginais.
Mas, agora, a Oi, empresa de telefonia e comunicação, custeou a obra de regeneração do Auditório Araújo Vianna, e a inauguração do sistema de luzes está sendo marcado com festividade para o dia de hoje, quando a Oi entregará à coletividade a iluminação especial de Natal do Araújo Vianna, um presente para Porto Alegre, em ato que está marcado para as 19h, que terá a presença do prefeito da cidade.
Os equipamentos públicos dependem vitalmente da atividade das empresas privadas para subsistirem.
Estive esses dias em São Paulo para visitar meus netos. Pude ficar encantado com o Parque Ibirapuera, cujo único e essencial segredo é a cerca que o circunda inteiramente. Todos os dias, invariavelmente todos os dias, o Ibirapuera é a atração máxima da cidade de São Paulo, acorrendo para seus recantos milhares de citadinos.
Chega a dar dó a comparação entre o Ibirapuera e a Redenção. Enquanto no Parque Farroupilha todos os monumentos e recantos são literalmente demolidos durante a noite, no Ibirapuera, fechado durante a noite, mal surgem as manhãs e ele é oferecido intacto com seus serviços à população.
A tacanhez porto-alegrense não tem permitido nesses anos todos que se cerque a Redenção e se a torne o espaço de praças mais rico da cidade.
A reação ao cercamento começa incrivelmente numa entidade-fantasma, chamada, ao que me parece, de Associação dos Moradores do Bom Fim. Eu não sei o que o Bom Fim tem a ver com a Redenção que não seja somente a vizinhança.
A Redenção não é do Bom Fim, a Redenção é de Porto Alegre, que tem o dever de mandar cercar esse que é potencialmente o parque mais querido dos porto-alegrenses.
É vital que o parque seja cercado, fechado durante a noite e aberto ofertante todas as manhãs.
É vital, é inadiável, é talentoso e inteligente que o Parque Farroupilha seja cercado.
Eu não entendo como pode ter sido tão triunfal até agora esta mentalidade bizarra de um parque central não cercado.
Eu e as pessoas de bom senso não entendemos.

REDENÇÃO

Primavera cultural
CLÁUDIA LAITANO
Depois de um longo e tenebroso inverno, começam a brotar os primeiros sinais de que a cultura gaúcha pode estar voltando a florescer. Três iniciativas que foram notícia esta semana deram uma injeção de ânimo (nos otimistas) e apontaram caminhos para gestores culturais atuais e futuros. Que venha 2012 com boas notícias como as seguintes:
1) Parcerias com a iniciativa privada
O Auditório Araújo Vianna será reinaugurado em março, estalando de lindo. O custo da obra deve chegar a R$ 18 milhões, bancados por Oi, Vonpar e um banco privado. A Opus, administradora da reforma, ganhou o direito de explorar comercialmente o Araújo por 10 anos – num projeto de gestão compartilhada no qual a empresa gerencia o espaço em três quartos do ano. Nas datas restantes, a prefeitura define a programação. O Araújo está voltando da tumba graças à parceria do poder público com a iniciativa privada. E pensar que tinha gente jogando contra...
2) Investimento de dinheiro público em cultura
Não existe retrato mais bem-acabado do desleixo de sucessivos governos com relação à área cultural do que o estado de abandono a que esteve relegada a Casa de Cultura Mario Quintana nos últimos anos. Quando um dos maiores orgulhos do Estado corre o risco de desabar na cabeça dos visitantes, não é apenas o prédio que está em ruínas, mas a autoestima de todos os gaúchos também. Esta semana, foi anunciado que o Banrisul vai investir R$ 8 milhões, via Lei Rouanet, na revitalização e modernização do mais querido centro cultural do Estado. Política cultural é isso: definir onde o dinheiro público é mais urgente e necessário, fazer as costuras de bastidores e traçar metas que não se limitem aos reparos na infraestrutura, mas projetem uma identidade de programação coerente com o espaço e as demandas da cidade. A Casa de Cultura tem que voltar a ser bonita de corpo e de alma.
3) Cooperação
A companhia francesa Théâtre du Soleil proporciona uma experiência cênica que nenhuma plateia esquece. Graças ao festival Porto Alegre Em Cena, vamos vê-la pela segunda vez na semana que vem – em Canoas. O excepcional aqui não é a qualidade da programação do Em Cena, mas o fato de dois prefeitos de partidos diferentes terem passado por cima das vaidades pessoais e das picuinhas políticas para, unindo esforços, tornarem possível esta segunda visita do Théâtre du Soleil ao Estado. Vale a pena ouvir o que eles disseram: “Hoje, os gestores públicos devem unir esforços para buscar qualidade de vida a populações que vivem muito próximas. ” (José Fortunati, prefeito de Porto Alegre). “Participamos de uma rede mundial que acredita nessa visão de metrópoles que cooperam e trabalham de forma propositiva.” (Jairo Jorge, prefeito de Canoas).
Assim é que se faz a primavera do nosso contentamento.

Vândalos jogam tinta em monumento na Redenção
Vândalos jogaram tinta branca no monumento a Alberto Bins, situado no Parque Farroupilha, nesta madrugada. Funcionários da administração do parque faziam trabalho rotineiro de limpeza próximo ao estacionamento da rótula da Urfgs quando perceberam o ocorrido.
O secretário municipal do Meio Ambiente, Luiz Fernando Záchia, repudiou o ato e destacou que a Smam já solicitou as imagens das câmeras de segurança à Guarda Municipal. Além disso, foi registrado Boletim de Ocorrência na 10ª Delegacia de Polícia (B.O nº 11761/2011).
“Todos os atos de vandalismo que ocorreram na Redenção nos últimos tempos foram cometidos à noite. Por isso, precisamos juntamente com a Câmara Municipal, com os usuários do parque e toda a cidade debater de forma responsável a questão do cercamento da Redenção”, ressaltou. Záchia destacou ainda a importância de a população denunciar os atos de vandalismo por meio do telefone 156.

CULTURA - Araújo já tem seu teto
Em tempos de obras que ninguém sabe ao certo quando começam e tampouco quando terminam, um dos projetos mais aguardados pelos porto-alegrenses já tem até data para inauguração.
– O Araújo Vianna será entregue ao público no dia 26 de março de 2012. Um presente de aniversário para a cidade, podem me cobrar – prometeu o prefeito José Fortunati na última quarta-feira, durante o Café ZH Especial, no Chalé da Praça XV.
Para espectadores que vêm sendo castigados nos últimos anos com shows em ginásios e galpões com acústica sofrível e palcos improvisados em espaços insalubres, o reencontro com o Auditório Araújo Vianna é por demais esperado. O projeto em execução prevê no espaço encravado na Redenção, às margens da Avenida Osvaldo Aranha, uma sala de espetáculos com capacidade para 3 mil espectadores sentados, climatizado e com acústica impecável.
Um dos passos mais importantes para sinalizar o ritmo da obra foi dado nos últimos dias: a conclusão da nova cobertura, com a instalação das três primeiras das seis camadas externas que combinam materiais como madeira, compensado naval, lã de vidro e manta sintética.
– A ansiedade nos contamina em um sentido positivo. É um prazo factível esse dado pelo prefeito, e estamos trabalhando para cumpri-lo – diz Carlos Konrath, diretor da Opus Promoções, empresa que venceu em 2007 a licitação para administrar o espaço. – Tivemos muita chuva no meio do ano, o que acarretou em dois meses de atraso no cronograma. Estamos nos empenhando para buscar essa diferença.
Em vez de uma reforma e a colocação de uma outra lona, que previa um custo inicial de cerca R$ 6 milhões, está sendo praticamente construído um novo auditório. A obra exigiu intervenções como ampliação do palco e reforço da estrutura para suportar o peso de 150 toneladas da nova cobertura especial. Um fosso teve de ser cavado para abrigar aparelhos de ar-condicionado e foi construída uma nova estação de força para dar conta da nova demanda de energia elétrica.
O orçamento total, que já está em R$ 15 milhões, pode chegar, diz Konrath, a R$ 18 milhões. Aos dois patrocinadores que bancam o projeto, Oi e Vonpar, integrou-se um terceiro, um banco privado que Konrath diz ainda não poder anunciar:
– A obra está sendo tocada no ritmo previsto e não está vinculada a patrocínio. Mais que uma casa de espetáculos, o novo Araújo será um dos pontos turísticos de Porto Alegre.
marcelo.perrone@zerohora.com.br
MARCELO PERRONE
No coração da Redenção
Para cumprir a data prometida, obras no Araújo Vianna podem ser em três turnos
No interior do Araújo Vianna, o ritmo de 70 operários envolvidos na atual fase do projeto é intenso e pode se tornar ininterrupto para manter o prazo de inauguração em março de 2012. A colocação da cobertura é uma das etapas mais delicadas e complexas da obra, pois exige o encaixe milimétrico e preciso das centenas de placas de madeira e compensado naval recheadas com lã de vidro, montadas e instaladas uma a uma.
Coordenador geral do projeto, o produtor cultural Carlos Caramez diz que, se preciso, o trabalho será tocado em três turnos, 24 horas por dia:
– Estamos preparados para isso. Agora ficou mais fácil. Complicado foi trabalhar exposto à chuva. Tivemos de colocar quatro bombas de sucção para não interrompermos totalmente a obra. As camadas da cobertura são semelhantes ao isolamento acústico dos melhores estúdios musicais.
Passeando pelo canteiro de obras, Caramez detalha o que já foi feito e o que está pendente, tanto de serviço pesado, como a ampliação do palco, o fosso do ar-condicionado e a casa de força, quanto dos detalhes, entre eles a escolha das poltronas. O produtor explica que a construção do novo Araújo Vianna envolveu ainda questões prosaicas como encontrar abrigo para cães, gatos e gambás que fizeram do espaço um refúgio. Restam ainda as caturritas, instaladas em um grande ninho no alto da torre de iluminação.
– Estamos providenciando a remoção delas. A ideia é colocar na torre uma decoração natalina para começar a integração do Araújo à comunidade.
Ao assumir o financiamento da obra, a Opus ganhou o direito de explorar comercialmente o Araújo Vianna por 10 anos. É uma gestão compartilhada na qual a empresa administra o espaço em três terços do ano. Nas datas restantes, a prefeitura promoverá eventos gratuitos.
Segundo Carlos Konrath, diretor da Opus, anda não está definido o calendário de atrações inaugurais:
– Uma opção para mantermos o prazo é o sistema de “soft open”, ou seja, com espetáculos menores para um público menor.

Minizoo
Sob protesto de algumas lideranças e usuários da Redenção, quem ainda não visitou o minizoo localizado no parque
deve se apressar. É possível que em poucas semanas os animais sejam transferidos – com o aval do Ibama para o criadouro
conservacionista São Braz, de Santa Maria. O espaço, que desde 1925 recebe gerações de portoalegrenses, apesar da informação não ser oficial, possivelmente irá abrigar o Orquidário, hoje localizado nas proximidades do lago dos pedalinhos. Fontes da prefeitura descartam que a área do minizoo irá ser engolida pela Avenida Setembrina, proposta que aparece em um estudo viário para aliviar o fluxo em uma das principais ligações com o centro via túnel da Conceição e Garibaldi.

Almanaque Gaúcho - Tchaikovsky ou Mutantes
SANTA MARIA - Fortunati visita Criadouro São Braz
Prefeito verificou adaptação dos animais do minizoo
SUSTO NO PASSEIO - Dupla cai de pedalinho na Redenção
O PRESENTE
Dia de exibir brinquedos no parque
Direito de resposta
MONUMENTO À LIBERDADE
PASSEIO NO PARQUE - Trenzinho da Redenção deve voltar em março
NOVO REFÚGIO - Animais da Redenção chegam a Santa Maria
Santa Maria - Criadouro recebe os novos hóspedes
FIM DO MINIZOO - Remoção de animais em meio a protestos e aplausos
Remoção ocorre sob vaias no Minizoo
Momento Bambi
Protesto marca retirada de animais do minizoo da Redenção
Animais do Minizoo são realojados em criadouro de Santa Maria
Ibama conclui operação de retirada dos animais do zoológico da Redenção, na Capital
Manifestantes protestam na retirada de animais do Minizoo da Redenção, na Capital
Animais são removidos do Minizoo da Redenção, em Porto Alegre
Vigília no parque - "Isso tem de ser discutido com a população", reclama frequentador da Redenção sobre o fim do Minizoo
MUDANÇA NA REDENÇÃO - Operação prepara remoção de animais de zoo para Santa Maria
Almanaque Gaúcho - Primeiro e único
Em foco - Flash Mob
Frequentadores da Cidade Baixa realizam ação criativa pela paz no bairro
Almanaque Gaúcho - Natal nas ruas
BUSCA DE ESTACIONAMENTO - Câmara propõe áreas subterrâneas
Oi decora Araújo Viana para o Natal
Auditório Araújo Vianna
PRELÚDIOS NATALINOS - Já é Natal nos parques
EVENTO - Reciclagem tecnológica
Robôs na Redenção
O Ibirapuera
REDENÇÃO
Primavera cultural
Vândalos jogam tinta em monumento na Redenção
CULTURA - Araújo já tem seu teto
Minizoo
PARQUE LOTADO - Dia para comemorar a boa saúde
ANIMAIS ABANDONADOS - Manifesto de ONG no Brique da Redenção
BEBÊS SAUDÁVEIS - Zelo à infância desde a gestação
Lançamento de cartilha de direitos é destaque no Dia do Bebê
Cores da infância na Redenção
Ato pede tratamento pelo SUS
Marcha contra a violência
Smam efetua limpeza do espelho d´água da Redenção
CONCERTO
À ESPERA DE REFORMA - Café do Lago é alvo de saques
SAIA DE CASA - Semana para pais e bebês
Redenção recebe diversas melhorias para o fim do ano
PRIMEIROS PASSOS
FORMAÇÃO E DISCIPLINA
Existem regras para comer e beber
VENTO EM POPA
''Itália vista por artistas estrangeiros''
Lançada rede para prevenir AVC
Psoríase motiva campanha nacional
FIFA verifica espaços para Fan Fest em Porto Alegre
Itália desembarca na Redenção
Laços
Público pode participar de performance da 8ª Bienal do Mercosul na Redenção
Corpo é encontrado boiando na Redenção, em Porto Alegre
Corpo é encontrado no chafariz do parque da Redenção em Porto Alegre
LIBERDADE SEXUAL - Parada leva multidão à Redenção
Zero Hora
Correio do Povo
Atividade alerta para câncer de boca
Parada Livre reúne 3 mil
Sombrinhas rosas
Prefeitura apoia a 15ª Parada Livre de Porto Alegre
Zero Hora
SOLUÇÃO PARA ESTACIONAR - Avança o projeto das garagens subterrâneas
Estacionamentos subterrâneos
Rotina alterada no Brique
Minizoo provoca polêmica na Câmara
Mais manifestações contra a corrupção
Audiência debate futuro do Minizoo
O espírito da coisa
Volta às jaulas
Atos contra a corrupção reúnem milhares em todo o País
Como fazer sacolas recicláveis
Smam apresentará projeto para a área do minizoo
Estande do Dmae na Redenção teve apresentação teatral
Dmae encerra Semana da Água na Redenção
Crianças celebram Dia dos Animais
Manifestantes criticam o fim do minizoo de Porto Alegre
Projeto de estacionamento subterrâneo no Ramiro Souto
Mercado Bom Fim
Revitalização - Brique recebe aporte em parceria entre a prefeitura e Walmart/BIG
Literatura
Jornal do Comércio
Cães à espera de lar desfilam na Redenção
Professores protestam na Redenção
Ensino privado protesta
FOTO COMENTADA
Cães são adotados após desfile na Redenção
Correio do Povo
Fãs de Justin Bieber se reúnem na Redenção
FOTO DO LEITOR
SALVE A PRIMAVERA
Shows na Redenção recebem a primavera
Jornal do Comércio
Aniversário da Redenção marca abertura da Semana da Primavera
Capital celebra a 21ª Semana da Primavera com festividades
100
Redenção recebe 100 novas lixeiras
PELADA URBANA
O discurso dos cisnes
Parceria garante qualificação do Brique por dois anos
50 anos da Legalidade – Fotógrafo gaúcho fez registros de Tropas no Parque da Redenção
FOGO SIMBÓLICO - Chama da Pátria é acesa na Redenção
Aberta Semana da Pátria
Há um século no Correio do Povo - Bebedouro para animaes
Entrega da revitalização do Brique será em 11 de setembro
Tribuna
Praticidade
Brique da Redenção terá novas bancas
CAMINHADA DAS VITORIOSAS - Sobrevivezntes do câncer celebram a vida
SEMANA DO SOLDADO - Semana do Soldado na Redenção
EXEMPLOS DE SUPERAÇÃO
Começam as homenagens aos soldados
XVII Semana da Pessoa com Deficiência
Caminhada para celebrar a vida
Semana do Soldado - Redenção recebe mostra militar
Redenção: cercar ou drenar?
SOLUÇÃO PARA CARROS - À espera de projetos de garagens subterrâneas
Dia de pais e filhos confraternizarem
Festa do Dia dos Pais reúne famílias na Redenção
TIRO NA REDENÇÃO - Sargento é preso por morte de colega da BM
SUSTO NA CAPITAL
PECADOS DA TRIBO
O brique virou camelô?
Muitas atrações na Redenção para celebrar o Dia dos Pais
Após chuva, parques têm movimento
Rio reverte cercamento
Revitalização do Brique será entregue dia 28
Ping...pong
FOTO DO LEITOR
Problemas da cidade
Foi preciso coragem para ir à rua
DO LEITOR
Querem me irritar
O cercamento dos parques, por Lícia Peres*
SOBRE ZH
Domingo de sol lota parques da Capital
Deixem os gays em paz
Parques e parques
Usados e seminovos
SOBRE ZH
Absurdo palpite
OPERAÇÃO NOTURNA - Brigada faz nova operação em parques
Bomfim.com
Depósito no Orquidário é arrombado
OPERAÇÃO NOTURNA - Ação da BM contra abusos em parques
Indefinição sobre Minizoo continua
SEM VIGILÂNCIA - Sexo, drogas e crimes nos parques
Poucos sairam de casa no domingo
Famílias aproveitam dias de sol
Dia da Defesa Civil é comemorado
O cão também passeou
Estudante de 16 anos é morto na Redenção
Ato pede liberdade de soldado
Frio continua em todo o Estado
Smic abre inscrições para o Brique da Redenção
Biologia em aula prática no Parque Farroupilha
REDENÇÃO – Conselho de Usuários e AABBF se mobilizam por melhorias
Marchas de muitas causas
Marcha sai em defesa da liberdade
Caminhada pela Vida na Redenção alerta sobre as drogas
Começa a 27ª Semana do Meio Ambiente
Prefeitura realiza abertura da 27ª Semana do Meio Ambiente
Ar livre
VAPT VUPT
Esclarecimentos sobre esclerose
Corrida de Garçons anima domingo na Capital
Parceiros lança ações para Tribos
Corrida dos Garçons diverte o público no Parque da Redenção, em Porto Alegre
Saúde alerta para os riscos do cigarro
ESPECIAL – De volta a polêmica sobre o cercamento
Profissional do Mês - Luiz Seixas: o senhor das orquídeas
Memórias de um Gut Gói – A Redenção é tudo, por Jaime Cimenti
Meio Ambiente – Pesquisa aponta altos índices de poluição no entorno da Redenção
MARCHA NA CAPITAL - Manifestantes propõem debate sobre a maconha
Ato pede legalização da maconha
Enfermeiros querem regular jornada
DO LEITOR - Como você avalia a proposta de cercar parques públicos para evitar vandalismo?
CÓDIGO FLORESTAL - Protesto no Parque da Redenção
Código Florestal - Impasse sem solução à vista
Festa do Dia das Mães movimentou a manhã no Parque Farroupilha
Mães na Redenção
Pesquisa indica péssima qualidade do ar na Redenção
Domingo tem festa das mães na Redenção
Usuários são contra cercar a Redenção
Não dá nem para se sentar na Redenção
Vandalismo na Redenção
PROPOSTA POLÊMICA - Vandalismo faz ressurgir ideia de cercar Redenção
Vândalos danificam bancos insubstituíveis na Redenção
Cidadania – Adestramento na Redenção ajuda a melhorar a conduta de cães de estimação
Redenção
Melhorias na parque em 2011
Cobertura vai enfrentar o inverno
Auditório Araújo Vianna
FRIO DE ABRIL
NOVO HÁBITAT - Bichos do minizoo serão levados para Santa Maria
FESTA NA REDENÇÃO - Músicos gaúchos e Ospa no mesmo palco
Festa na Redenção - Música leva multidão ao parque
"Livraço" incentiva o amor à leitura
Músicos gaúchos animam o domingo na Redenção
Show anima manhã de domingo na Redenção
Prefeito participa de comemoração no Parque Farroupilha
O parque
“Vai ser bom demais. Só falta o Renato Gaúcho e o Falcão aparecerem pra dar uma canja”
TESOUROS ESCONDIDOS
Personagens da cidade: conheça o senhor das orquídeas
MPG EM CONCERTO
Parceria qualificará o Brique da Redenção
AO AR LIVRE
Domingo perfeito animou Capital
Brique vai ganhar uma cara nova
FOTO DO LEITOR
TEATRO - O Araújo do amanhã
PARABÉNS A VOCÊ - Baile chuvoso na Capital
Porto-alegrenses bailam na Redenção
Baile da Cidade comemora os 239 anos da capital gaúcha
Cerca de 3 mil celebram os 239 anos de Porto Alegre no Baile da Cidade
Baile da Cidade começa às 21h deste sábado na Redenção
239 ANOS - Um dia para reverenciar Porto Alegre
Há 30 anos em ZH - Confusão no Araújo Vianna
VITOR JAGGER BEBETO RICHARDS MICK RAMIL KEITH ALVES
Porto Alegre pelo olhar de um goiano
ESTRANGEIROS EM PORTO ALEGRE 2 - Amor de Ilma fez Endo ficar
SHOW NA REDENÇÃO - Música gaúcha invade o domingo porto-alegrense
Atrações culturais abrem aniversário
Novas opções para estacionar
Araújo Vianna – Obras da cobertura avançam
Brique da Redenção comemora 33 anos
Redenção – Minizôo será fechado
Brique da Redenção comemora 33 anos
Outono começa na noite de domingo
Repaginação
Redenção volta a ter movimento
Movimentos apoiam fim do Minizoo
Minizoo
Marimbondos no monumento
Minizoo
Usuários protestam contra saída do zoo
Usuários deixam recados contra o fechamento do Minizoo em manifestação na Redenção
Minizoo da Redenção encerrará atividades
DATA MARCADA - Minizoo fecha em 45 dias
Minizoológico do Parque da Redenção será fechado
Trenzinho
Collegio Militar
NOVO ARAÚJO VIANNA - Metal para a cobertura
DIREITOS
Minizoos
Um minizoo irracional
SEM ANIMAIS - Minizoo da Redenção pode ser fechado
Collegio Militar
Obras do Araújo Vianna estão em andamento
Caminhada Turística desvenda detalhes da Redenção
Smam abre concorrência para trenzinho na Redenção
Minizoo é opção de lazer na Capital
Nunca há falta de público no Brique